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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

PRINCÍPIOS PARA FORTALECER O CASAMENTO

I) Não veja seu cônjuge como um “messias” que irá resgatar você de todos os seus males e infelicidades.
II) Assumam o compromisso mútuo de reavivar a chama do casamento (Pv 26.20). “Sem lenha, o fogo se apaga”. Tudo quanto se abandona, deteriora-se, decompõe-se. Para manter o casamento é necessário, todos os dias, “colocar madeira” para que a chama conjugal não se apague.
III) Importe-se suficientemente, para buscar possíveis mudanças positivas no seu casamento. Pequenas mudanças podem produzir grandes resultados.
IV) Construa a compreensão mútua. Procure compreender, para depois ser compreendido.
V) Fique de olhos meio fechados, seja flexível: você não é perfeito. Não seja perfeccionista. Todo perfeccionista esconde um complexo de inferioridade. Seja exigente consigo mesmo, mas tenha paciência com o outro.
VI) Crie um espaço “neutro”, onde cada cônjuge possa expressar suas divergências e sua raiva, para não guardar ressentimentos.
VII) Respeite a individualidade sem abrir mão da mutualidade. Quando há liberdade com responsabilidade, o amor e o relacionamento tendem a florescer.
VIII) Desfrute dos aspectos sexuais, dados por Deus em seu casamento. Não faça do sexo o centro (“sexolatria”= obsessão) da sua vida conjugal; porém, o tenha como uma necessidade humana, física e emocional.
IX) Acrescente bastante “óleo do Espírito Santo” em seu casamento. O Espírito Santo é o agente divino que pode fazer o casal crescer a cada dia na intimidade e comunhão.
X) Nunca se esqueça de que a prestação de contas é uma válvula de escape que não pode faltar. Prestar contas é responder às perguntas daquele que tem o direito - como sócio - de examinar, questionar, apreciar e aconselhar.
XI) Edifique sobre as qualidades do cônjuge. Acentue o que é positivo no cônjuge. Pratique um comportamento positivo. Mantenha as coisas numa perspectiva adequada. O que passou, passou. Olhe para a frente.
XII) Mantenha seu senso de humor. Uma boa dose de humor é como lubrificante social dentro do relacionamento de um casal e de uma família.

Pr. Josué Gonçalves

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

PAIS E FILHOS ADOLESCENTES

PAI E MÃE - ACORDEMOS ENQUANTO TEMOS TEMPO...



LEIAM ESSE TEXTO COM MUITA ATENÇAO!!!!

...Era quarta-feira, 8:00 hs. Cheguei a tempo na escola do meu filho –“Não se esqueçam de vir à reunião de amanhã, é obrigatória” – Foi o que a professora tinha dito no dia anterior.

-“Que é o que essa professora pensa! Acha que podemos dispor facilmente do tempo que ela diz? Se ela soubesse quanto era importante a reunião que eu tinha as 8:30!” Dela dependia uma boa negociação e... tive que cancela-la!

Lá estávamos nós, mães e pais, e a professora.

Começou a tempo, agradeceu nossa presença e começou a falar. Não lembro o que ela dizia, minha mente estava pensando em como iria resolver esse negócio tão importante, já me imaginava comprando aquela televisão nova, com o dinheiro.

“João Rodrigues!” – escutei ao longe – “Não está o pai de João?” – diz a professora.

“Sim, eu estou aqui” – contestei indo para receber o boletim escolar do meu filho.

Voltei pro meu lugar e disse ao abrir o boletim.... –“Para isso foi que eu vim???? Que é isso???” O boletim estava cheio de seis e setes. Guardei rapidamente, para que ninguém pudesse ver como tinha se saído meu filho.

De volta para casa, aumentava ainda mais minha raiva, cada vez que pensava:

“Mas, se eu dou tudo para ele, não tem faltando nada!

Agora ele vai ver!” Cheguei, entrei a casa, fechei a porta de uma batida e gritei: “Vem aqui, João!”

João estava no quintal, correu para abraçar-me. –“Papai!”

– “Nada de papai!” o afastei de mim, tirei o meu cinturão e não lembro quantas vezes bati ao mesmo tempo em que falava o que pensava dele.

– “Agora vai para o teu quarto!”

João foi chorando, sua face estava vermelha e a sua boca tremia.

Minha esposa não falou nada, só mexeu a cabeça num gesto de negação e entrou na cozinha.

Quando fui para cama, já mais tranquilo, minha esposa me entregou o boletim do João, que tinha ficado dentro do meu casaco, e disse:

- “Leia devagar e depois pense numa decisão...”

Bem no começo estava escrito: BOLETIM DO PAPAI.

Pelo tempo que teu pai dedica a conversar contigo antes de dormir: 6

Pelo tempo que teu pai dedica para brincar contigo: 6

Pelo tempo que teu pai dedica para te ajuda com as tarefas: 6

Pelo tempo que teu pai dedica par te levar de passeio com a família: 7

Pelo tempo que teu pai dedica para te ler um livro antes de dormir: 6

Pelo tempo que teu pai dedica para te abraçar e te beijar: 6

Pelo tempo que teu pai dedica para assistir televisão contigo: 7

Pelo tempo que teu pai dedica para escutar tuas dúvidas ou problemas: 6

Pelo tempo que teu pai dedica para te ensinar coisas: 7

Média: 6,22

As crianças tinham qualificado os seus pais. O meu deu para mim 6 e 7 (sinceramente eu tinha merecido 5 ou menos)

Me levantei e corri para o quarto dele, o abracei e chorei.

Queria poder voltar no tempo... mas isso não é possível.

João abriu os olhos, ainda com os olhos inchados pelas lagrimas, sorriu, me abraçou e disse:

- “Eu te amo papai!” Fechou os olhos e dormiu.

Acordemos pais!!! Aprendamos a dar o valor certo aquilo que é mais importante em relação aos nossos filhos, já que disso depende o sucesso ou fracasso na suas vidas.

Já pensou qual seria a 'nota' que seu filho daria para você hoje?

Autor desconhecido.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Dez orientações para um casamento saudável

Dez orientações para um casamento saudável




Todo casamento precisa ser bem cuidado, assim como um flor, precisa ser regado. Segue aqui a relação de dez áreas que precisam de atenção num casamento para que ele seja saudável e feliz.


1) Comunicação - A comunicação envolve transmitir e receber. O transmitir está relacionado com cada coisa que falamos ou demonstramos de forma não verbal sobre nós mesmos.
O receber corresponde a tudo que ouvimos ou percebemos e vemos na outra pessoa. Só que antes de qualquer comunicação precisamos estar "ligados", e isso é muito difícil. Desde bem cedo na vida, as pessoas são treinadas para bloquear seus sentimentos porque não desejam ser vulneráveis, ser criticadas ou receber desaprovação.
Para haver comunicação é necessário uma boa sintonia entre duas pessoas. E uma perfeita sintonia só é possível quando há confiança, compreensão e apreço. A pessoa deve se sentir "em boas mãos", caso contrário, ela será muito seletiva quanto a suas revelações.

2) Carinho - Carinho tem a ver com sua capacidade de dizer: "Eu te amo". Inclui palavras, afetos físicos e tudo o que um faz pelo outro.
Uma das mais trágicas constatações sobre a maioria dos casais, hoje em dia, é que depois de casados não expressam o mesmo carinho dos tempos de namoro. Essa omissão é problemática porque o que expressamos afeta nossos sentimentos. E se nada expressamos, nossos sentimentos também se apagam.

3) Companheirismo - A capacidade de fazer os outros se sentirem bem. É possível julgar a qualidade do companheirismo pelo que representam os encontros com aquela pessoa, e se não há encontros...
Compare seus encontros de agora com os do tempo do namoro. Vocês gostam de ficar juntos a sós? Arranjam tempo para isso? Ou é exatamente o que não acontece? A maneira como usam o tempo em que estão juntos é o que determina se há ou não companheirismo.

4) Interesses - Correspondem àquelas coisas da vida pelas quais você toma a iniciativa. Esportes, hobbies, passatempos artísticos ou devocionais, podem ser considerados interesses. Ou seja, tudo aquilo que dá qualidade à vida.
Ter e desenvolver interesses individuais é bom, mas não o suficiente. É o partilhar coisas em comum, é o identificar-se com os alvos dos outros que acrescenta laços e firma a unidade do casal. É importante aprender juntos, desenvolver um projeto em comum, sentindo a necessidade da participação do parceiro. O resultado será uma intimidade maior com a outra pessoa.

5) Valores - Todos têm uma escala de valores que inclui dinheiro, crianças, sexo, política, religião e muitas outras coisas. O que é importante para você também é importante para sua esposa ou marido? Algumas pessoas nem mesmo sabem o que é importante para o cônjuge.
Os valores religiosos, por exemplo, são muito importantes porque alargam os propósitos da vida. Se crermos que fomos feitos à imagem divina, vamos nos valorizar muito. E quem foi feito à imagem de Deus deve refletir essa imagem.

6) Sexo - Aqui se inclui todo o relacionamento entre marido e mulher - não apenas um momento passageiro. O sexo está num olhar, num toque na maneira de se relacionar. É um comportamento especial que só existe entre marido e mulher. Se há relacionamento especial entre duas pessoas também haverá sentimentos particulares. Se eles forem compartilhados com outros, deixarão de ser particulares, especiais.
Muitas pessoas acham que já perderam o charme. O problema não é que perderam o charme, apenas deixaram de manifestar aquele comportamento que acende o charme.
A família é a sétima área crítica do casamento. Suas relações com a família vão refletir no relacionamento com o marido ou a esposa. Os papéis de marido e pai e mãe e esposa são inter-relacionados. Os filhos serão afetados pelo seu melhor ou pior relacionamento.
Como você considera a família nessa questão que envolve você e o companheiro? Qual a vez das crianças? As resoluções são tomadas levando em conta a "equipe" toda, ou a jogada é individualista?

8) Social - Nenhum casamento é estável se funcionar como um clube privado. O casamento é uma relação social que se expande e se fortalece à medida que o seu amor extravasa atingindo a outras pessoas que o circundam. Marido e mulher devem ter amigos comuns mais do que um conjunto de amigos cada um.
Acho que Deus designou a família para ser um centro irradiador de testemunho para todo o Universo. A família não deve ser o fim do amor mas deve ser sua fonte. Se você tem uma família solidária, esse relacionamento deve influenciar os outros. Você deve se interessar pelas outras pessoas também.


9) Negócios - Esse é um importante recheio do casamento. Compras, cheques, escolha de móveis, roupas, economias - essa parte administrativa não pode ser isolada das demais atividades do lar. Os negócios devem ser um fator de união do casal. Cada um deve saber o que outro está fazendo e deve aprovar suas atitudes.


10) Reavaliação. Com essa palavra quero lembrar a importância de o marido e a mulher trocarem idéias sobre o progresso de sua relação matrimonial. Essa reflexão acerca dos rumos, avanços e retrocessos é fundamental para descobrir a necessidade de alguma correção na rota ou para se ter uma idéia global das circunstâncias.

Que essas orientações ajudem você, caro leitor, a melhorar sua vida conjugal.

O que todo marido espera da esposa

O QUE TODO MARIDO ESPERA  DA ESPOSA
Pr. Josué Gonçalves
1.         Que ela seja a alma do matrimônio (Pv 31:28,29). Um casamento sem "alma" é um casamento morto.
2.          Satisfação sexual. Uma esposa amante que sabe dar atenção equilibrada nos assuntos relacionados a cama e mesa... (1 Co 7:2-5; Ct 7:10-13).
      Obstáculos à felicidade sexual:
2. 1.     Muita critica e pouco elogio.
2.2.               Ressentimentos acumulados.
2.3.               Falta de comunicação.
2.4.               Desconfiança mútua.
2.5.               Baixo auto imagem (insegurança quanto a aparência física.)
2.6.               Ser expectadora durante o ato sexual.
2.7.               Não dar o valor devido ao sexo.
2.8.               Praticar o ato de forma mecânica.
2.9.               Falta de sensibilidade.
2.10.           Falta de toque.
2.11.           Excesso de TV.
3.         Uma mulher atraente (Gn 24:16; Pv 31:22). O homem é atraído pela vista.
4.         Companhia prazerosa (Pv 31:10-12, 30; 12:4; Cuidado - Pv 11:22; 21:9,19).
5.         Uma guardiã do lar (2 Reis 4:1-7).
6.         Apoio moral e psicológico (Pv 31:12; Abigail 1 Sm 25:2-44).
7.         Que ela o respeito (Um exemplo negativo - 2 Sm 16:6-23).
8.         Apreciação (Ct 1:15-17; 2:1-3).

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O PODER DA ORAÇÃO DE UM PAI

de Max Lucado
Quando chegaram onde estavam os outros discípulos, viram uma grande multidão ao redor deles e os mestres da lei discutindo com eles. Logo que todo o povo viu Jesus, ficou muito surpreso e correu para saudá-lo.
Perguntou Jesus: “O que vocês estão discutindo?” Um homem, no meio da multidão, respondeu: “Mestre, eu te trouxe o meu filho, que está com um espírito que o impede de falar. Onde quer que o apanhe, joga-o no chão. Ele espuma pela boca, range os dentes e fica rígido. Pedi aos teus discípulos que expulsassem o espírito, mas eles não conseguiram”.
Respondeu Jesus: “Ó geração incrédula, até quando estarei com vocês? Até quando terei que suportá-los? Tragam-me o menino”.
Então, eles o trouxeram. Quando o espírito viu Jesus, imediatamente causou uma convulsão no menino. Este caiu no chão e começou a rolar, espumando pela boca.
Jesus perguntou ao pai do menino: “Há quanto tempo ele está assim?” “Desde a infância”, respondeu ele. “Muitas vezes esse espírito o tem lançado no fogo e na água para matá-lo. Mas, se podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos.”
“Se podes?”, disse Jesus. “Tudo é possível àquele que crê.”
Imediatamente o pai do menino exclamou: “Creio, ajuda-me a vencer a minha incredulidade!”
Quando Jesus viu que uma multidão estava se ajuntando, repreendeu o espírito imundo, dizendo: “Espírito mudo e surdo, eu ordeno que o deixe e nunca mais entre nele”.
O espírito gritou, agitou-o violentamente e saiu. O menino ficou como morto, ao ponto de muitos dizerem: “Ele morreu”. Mas Jesus tomou-o pela mão e o levantou, e ele ficou em pé.
Depois de Jesus ter entrado em casa, seus discípulos lhe perguntaram em particular: “Por que não conseguimos expulsá-lo?”
Ele respondeu: “Essa espécie só sai pela oração”. – Marcos 9:14-29
ESTE CAPÍTULO NÃO É PARA OS CONCORDES. É para os pulverizadores de colheitas.
Alguns de vocês se parecem com aquele avião a jato, o Concorde: suave, liso, altivo e imponente. Suas palavras reverberam nas nuvens e enviam ruídos supersônicos por todos os céus. Se você ora como um Concorde, eu o saúdo. Se não, eu compreendo.
Talvez você seja como eu, mais parecido com aqueles pequenos teco-tecos pulverizadores de colheitas do que com um Concorde. Você não é veloz, voa baixo, parece que está passando sobre o mesmo terreno várias vezes e, em determinadas manhãs, é difícil fazer o motor pegar de primeira.
A maioria de nós é assim. A maior parte de nossa vida de oração precisa passar por uma retifica.
A vida de oração de algumas pessoas carece de consistência. Elas não são nem um oásis nem um deserto. Palavras longas, áridas e secas são interrompidas por breves mergulhos nas águas da comunhão. Passamos dias OU ate mesmo semanas sem uma oração consistente, mas, quando alguma coisa acontece quando ouvimos um sermão, lemos um livro, experimentamos uma tragédia — somos levados a orar e, assim, mergulhamos em suas águas. Submergimos em oração e saímos de lá refrescados e renovados. Porém, quando retomamos a jornada, nossas orações ficam para trás.
Existem outros de nós que precisam de sinceridade. Nossas orações são um pouco vazias, memorizadas e rígidas. É mais liturgia do que vida. São feitas diariamente, mas são enfadonhas.
Existem também aquelas que precisam de... bem, honestidade. Nós sinceramente ficamos pensando se as orações fazem alguma diferença. Por que Deus, lá no céu, gostaria de falar comigo, aqui na terra? Se Deus sabe todas as coisas, quem sou eu para dizer-lhe qualquer coisa? Se Deus controla tudo, quem sou eu para fazer algo?
Se você sente dificuldade em orar, eu tenho a pessoa certa para você. Não se preocupe, pois ele não é um santo monástico. Não é um apóstolo de joelhos calejados. Também não é um profeta cujo sobrenome é Meditação. Ele não é uma pessoa santa demais, daquelas que vão ficar olhando por cima de seus ombros para o lembrar de que precisa orar. Ele é simplesmente o oposto. É um colega na pulverização das colheitas. É um pai com um filho doente que precisa de um milagre. As orações do pai não foram muitas, mas a resposta foi significativa e o resultado nos lembra de uma coisa: o poder não está na oração; está naquEle que a ouve.
Ele orou em meio ao desespero. Seu filho, seu único filho, estava possuído pelo demônio. Aquele rapaz não era simplesmente um surdo-mudo que sofria de epilepsia, era alguém que estava possuído por um espírito maligno. Desde que era um menino, o demônio o jogava no fogo e na água.
Imagine a dor do pai. Os outros pais podiam ver seus filhos crescer e amadurecer; aquele pai só conseguia ver o sofrimento de seu filho. Enquanto os outros pais estavam ensinando uma profissão aos seus filhos, ele estava simplesmente tentando manter seu filho vivo.
Que desafio! Ele não podia deixá-lo sozinho por um minuto. Quem poderia prever quando aconteceria o próximo ataque? O pai precisava estar de plantão, alerta durante as 24 horas do dia. Ele estava desesperado e cansado, e sua oração refletiu as duas coisas.
"Se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos".
Ouça esta oração. Ela parece corajosa? Confiante? Forte? Difícilmente.
Uma palavra poderia ter feito uma grande diferença. Em vez de dizer se, o que aconteceria se dissesse como? "Como tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos".
Mas não foi isso o que disse. Ele disse se. O termo grego é ainda mais enfático. O tempo verbal utilizado não deixa dúvidas. É como se o homem estivesse dizendo: "É bem provável que isso esteja fora do seu alcance, mas, se você puder..."
É o apelo clássico de um pulverizador de colheitas. Está mais para submisso do que para poderoso. É mais tímido do que imponente. Mais semelhante a uma ovelha manca chegando-se ao pastor do que a um leão orgulhoso rugindo na floresta. Se a oração dele se parece com a sua, não desanime, pois é assim que começa a oração.
Ela começa como um anelo. Um apelo honesto. Pessoas comuns olhando para o monte Everest. Sem pretensão. Sem vanglória. Sem pose. Apenas oração. Uma débil oração, mas, sem dúvida, uma oração.
Somos tentados a esperar para orar até que saibamos como orar. Já ouvimos as orações daqueles que são maduros espiritualmente. Ouvimos os rigores dos disciplinados. Estamos convencidos de que temos um longo caminho a percorrer.
Já que preferimos não orar a fazê-lo de maneira errada, nós simplesmente não oramos. Oramos com pouca freqüência. Estamos esperando para orar quando aprendermos como devemos orar.
Ainda bem que este homem não cometeu o mesmo erro. Ele não é uma pessoa de orar muito. A oração não era algo freqüente em sua vida. Ele até mesmo admite isso! “Creio”, ele disse, “ajuda-me a vencer a minha incredulidade!” (veja Mc 9.24 NVI).
Esta oração nunca vai aparecer no manual de adoração. Nenhum salmo será escrito a partir deste pedido. Seu pedido foi simples, sem qualquer encantamento ou palavras mágicas. Mas Jesus respondeu. Ele respondeu não em função da eloqüência do homem, mas em razão da dor que aquele homem sentia.
Jesus tinha muitas razões para desconsiderar o pedido daquele homem.
Por um lado, Jesus tinha acabado de voltar da montanha, do Monte da Transfiguração. Enquanto esteve lá, sua face transformou-se e suas roupas se tornaram resplandecentes (veja Lc 9.29). Uma intensa radiação emanava dEle. Os fardos da terra eram substituídos pelos esplendores do céu. Moisés e Elias se achegaram e os anjos o encorajaram. Ele foi erguido acima do poeirento horizonte da terra e convidado a se aproximar do sublime. Ele se transfigurou. A jornada rumo ao céu era por demais festiva.
No entanto, a jornada rumo à terra era desanimadora.
Quando moramos no Rio de Janeiro, ocasionalmente tirava mos férias e íamos a Teresópolis, uma cidade montanhosa a poucas horas da capital. Teresópolis era tudo o que o Rio não era. Era calma, limpa, silenciosa... e, acima de tudo, fresca. O Rio era uma sauna.
A descida da serra era sempre deprimente. Pobreza, calor e poluição nos atingiam tal como uma onda. Enfrentávamos a enorme tentação de dar meia-volta e retornar a Teresópolis.
Se eu e Denalyn nos sentíamos assim depois de uma semana nas montanhas, imagine o que Jesus deve ter sentido após ter tido um vislumbre do céu!
Veja o caos que o saúda quando Ele retorna. Os discípulos e os líderes religiosos estavam discutindo. Uma multidão de curiosos estava parada, olhando. O menino que sofrera a vida inteira, diante do público. O pai, que viera ao seu socorro, desesperado, perguntando a si mesmo por que ninguém podia ajudá-lo.
Não é de se espantar que Jesus tenha dito: "O geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei ainda?" (v. 19)
Em nenhum outro momento a diferença entre o céu e a terra foi tão gritante.
A arena da oração nunca foi tão pobre. Onde está a fé neste quadro? Os discípulos haviam fracassado, os escribas estavam surpresos, o demônio vencia e o pai estava desesperado. Você se sentiria sobrecarregado por ter de encontrar uma agulha de crença neste palheiro.
Você pode até mesmo estar sendo pressionado a encontrar uma agulha em seu próprio palheiro. Talvez a sua vida também esteja bem distante do céu. Um lar barulhento — crianças gritando, em vez de anjos cantando. Religião que provoca divisão —, seus líderes religiosos mais obrigam do que ministram. Problemas enormes. Você não consegue se lembrar de quando não tinha este demônio por perto.
Então, lá no meio (leste imenso barulho da dúvida, surge sua voz tímida "Se o Senhor puder fazer alguma coisa por mim..."
Será que uma oração assim faz alguma diferença? Vamos deixar que Marcos nos dê a resposta.
E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: sai dele e não entres mais nele. E ele, clamando e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou. Marcos 9.25-27
Isto perturbou os discípulos. Tão logo se distanciaram da multidão, eles perguntaram a Jesus: "Por que o não pudemos nós expulsar?"
A resposta de Jesus? "Esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração".
Que oração? Que oração fez a diferença? Será que foi a oração dos apóstolos? Não, eles não oraram. Deve ter sido a oração dos escribas. Talvez eles tenham ido ao templo e intercedido por aquele menino. Não. Os escribas também não oraram. Então, deve ter sido o povo. Talvez eles tenham feito uma vigília pelo rapaz. Também não. O povo não orou. Eles nunca dobraram seus joelhos. Então, qual oração levou Jesus a expulsar o demônio?
Só existe uma oração nessa história. É a oração honesta de um homem ferido. Uma vez que Deus é mais tocado pela dor do que pela eloqüência, Ele respondeu. É isso o que os pais fazem.
Foi exatamente isso que Jim Redmond fez.
Seu filho Derek, um inglês de 26 anos, era o favorito para vencer a corrida dos 400 metros na Olimpíada de Barcelona, em 1992. No meio do caminho da prova semifinal, uma terrível dor se espalhou por sua perna direita. Ele caiu no meio da pista com um tendão rompido.
Enquanto os médicos se aproximavam, Redmond tentava ficar em pé. "Era o instinto animal", diria ele mais tarde. Ele começou a pular, empurrando todo o mundo numa tentativa louca de terminar a corrida.
Depois de ter olhado para o seu ferimento, um grande homem saiu do meio da multidão. Ele estava usando uma camiseta com a seguinte frase: "Você já abraçou seu filho hoje?", e um boné no qual estava escrito uma frase desafiadora: "Simplesmente faça". O homem era Jim Redmond, o pai de Derek.
- Você não precisa fazer isso disse ele a seu filho em prantos.
- Sim, eu preciso respondeu Derek.
- Então, que seja assim - disse Jim. - Nós vamos terminar isso juntos.
E foi isso o que fizeram. Jim passou o braço de Derek por seus ombros e o ajudou a caminhar, mancando, até a linha de chegada. Lutando para afastar os seguranças, a cabeça do filho parecia se afundar nos ombros do pai e assim foram, até cruzar a linha de chegada.
A multidão aplaudiu, se levantou, gritou c, por fim, chorou quando o pai e o filho terminaram a corrida.
O que fez com que aquele pai fizesse isso? O que fez com que o pai deixasse a arquibancada para ir até seu filho na pista de corrida? Foi a força de seu filho? Não, foi a dor de seu filho. Seu filho estava ferido e tentava completar a corrida de qualquer maneira. Desse modo, o pai o ajudou a concluir aquela tarefa.
Deus faz a mesma coisa. Nossas orações podem ser desajeitadas. Nossas tentativas podem ser débeis. Porém, uma vez que o poder da oração está naquEle que a ouve e não naquele que a faz, nossas orações fazem diferença.

Do capítulo "O Poder de uma Oração Tímida" do livro “Ele Ainda Move Pedras”, copyright 2003, editora CPAD.


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O QUE TODA ESPOSA ESPERA DO MARIDO

SE VOCÊ É CASADA, PEÇA QUE SEU MARIDO LEIA ESSE TEXTO, ELE PODERÁ ABENÇOAR A VIDA DE VOCÊS !!!!!!!!!!

O QUE TODA ESPOSA ESPERA DO MARIDO:

1. Ser amada sacrificialmente (Gn 29:20; Et 2:17; Ct 8:7; Cl 3:19; 1 Sm 1:1-18). Para Elcana e Ana, amar era dar além do esperado; não mudar mesmo recebendo aquém do desejado; ser para quem se ama melhor do que o mais sonhado e ser solidário e compreendido quando necessitado. São essenciais à estrutura psicológica e ao funcionamento social do lar atenção personalizada, carinho, cavalheirismo, paciência, tato e compreensão. O homem deve estar atento quando a mulher está sobrecarregada psicologicamente (gravidez, doença, ciclo menstrual, filhos pequenos etc.)
2. Intimidade - Espírito, alma e corpo . É possível estarem juntos e não terem intimidade? O egoísmo é provavelmente a maior ameaça à unidade do casal. Ser egoísta é buscar realização pessoal deixando o cônjuge de fora. Uma ilusão bastante comum é que marido e mulher podem obter sucesso independentemente um do outro e ainda ter um casamento bom.Outro fator de isolacionismo são problemas não superados.
É possível praticar o ato sexual sem intimidade? Precisamos pensar em intimidade como algo que vai além de sexo e sexualidade. Intimidade é um processo gradual, é um crescimento que se dá na proporção que o casal vai se conhecendo, se descobrindo, amadurecendo como agentes de bênçãos um para o outro. Intimidadea
3. Diálogo que os mantenha conectados (Tg 1:19; Pv 12:25; 15:23; ). Falar, ouvir e compreender.
4. Que o marido assuma o comando da vida no lar, seja o cabeça (1 Co 11:3; Ef 5:23). Toda esposa espera que o marido seja o comandante.
5. Que o marido exerça o papel de profeta e sacerdote (Jó 1:5; Dt 6:1-9). Culto doméstico, leitura da Palavra de Deus, Louvor e comunhão.
6. Que o marido propicie serenidade na correção dos filhos com amor (Ef 6:4). A disciplina só é compreendida como um ato de amor quando é aplicado com equilíbrio.
7. Que marido supra as necessidades financeiras (Sl 128:2). A ociosidade é o sepultamento do homem vivo.
8. Que marido proteja a família. (Cordeiro - como amante e Leão - como protetor).
9. Que marido assuma a liderança moral do lar. A força moral do chefe da família impõe o respeito e a fibra com que os filhos tecerão a estrutura de uma personalidade segura e tranqüila. A moral de uma família demanda a inspiração transmitida a todos da casa pela firmeza de caráter e seriedade do homem que, com seu exemplo e sua vida constrói sua casa, seu nome e sua honra.

Extraído do Livro " O perfil do marido ideal" Pr. Josué Gonçalves